Terça-feira, 16 de Abril de 2019

Nem as mulheres são tão complicadas nem os homens tão simples. De Maria Jesus Alava Reyes

Coisas lidas

(...)

Os psicólogos sabem que os filhos não melhoram os casais em crise, antes dilatam e prolongam essas crises no tempo.

 (...)

 os filhos ajudam a amadurecer quem estava preparado para ser pai E desestabilizam quem era imaturo.

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Quinta-feira, 11 de Abril de 2019

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Coisas lidas

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(...)

Não tinha possibilidade de trabalhar com Xavier; ele não admitia que pudesse estar enganado ou ter uma conduta Errada. Quando alguém chega essa situação de falta de conexão com a realidade, o melhor que podemos fazer é libertar a pessoa Dar a pessoa ou pessoas que tem ao seu lado, que são as que mais sofrem as suas condutas desestruturadas, agressivas, humilhantes e desqualificadoras. 

 Xavier não estava preparado para conviver consigo mesmo, muito menos para viver com outras pessoas 


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Terça-feira, 2 de Abril de 2019

Nem as mulheres são tão complicadas nem os homens tão simples Maria Jesus Alava Reyes

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(...)

O carinho sente-se, não se ensina; transmite-se, não se ordena; oferece-se, não se pede. 

(...)

aprendeu que o afeto faz ninho Nos sentimentos profundos e manifesta-se nos movimentos lentos, suaves, pacientes, plenos de calor, e sensibilidade. 

Aprendeu que quando uma pessoa lutadora se queixa ao seu parceiro, não o faz para censura-lo,  fá-lo para tentar salvar o que sente que está em perigo de naufragar. 

As mulheres são diferentes dos homens. O que eles interiorizam como uma queixa, na realidade é um lamento; precisam de pequenos gestos envoltos em ternura, não em dinheiro.

 na realidade, ela tinha lhe enviado muitos sinais, mas David tinha ficado na literalidade das palavras, não na profundidade das mensagens


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Segunda-feira, 1 de Abril de 2019

Nem as mulheres são tão complicadas nem os homens tão simples. De Maria Jesus Alava Reyes

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(...)

Os sentimentos facilitam-se, não se impõe. Se alguém deixou de sentir amor ou afeto, nem deve obrigar se a senti-lo, nem podemos  exigir-lhe que tenha manifestações que não surgem espontaneamente. 

As pessoas não podem ser acorrentadas a uma relação que, em vez de as Enriquecer, as enche de tristeza e ansiedade. 

Não podemos tolerar a escravidão das pessoas, como também não podemos tolerar a escravidão dos sentimentos. 

(...)

o facto de uma pessoa ter respeito e afeto por outra pessoa não significa que necessariamente aconteça o mesmo em sentido contrário. Nestes casos, não devemos pedir o que o outro não pode dar-nos, mas também não nos obrigaremos a continuar ao lado de alguém que não sabe compreender-nos, nem sabe respeitar-nos, nem pode gostar de nós como nós precisamos.

 Se a comunicação é irrecuperável, recordaremos que podemos viver sem a comunicação da outra pessoa, mas não sem a comunicação connosco próprios. 

não somos responsáveis pelo que o outro faz, mas somos responsáveis de poder libertar os nossos sentimentos, para alcançar a  autonomia e a segurança que nos permitirão tomar as decisões mais aconselháveis para o nosso equilíbrio emocional. 

 


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Quinta-feira, 21 de Março de 2019

nem-as-mulheres-sao-tao-complicadas-nem-os homens tão simples

Coisas lidas

 

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Os papéis do pai da mãe são igualmente importantes, mas não devem ser os mesmos; a criança precisa de sentir as duas sensibilidades para estruturar a sua mente, providenciar os seus mecanismos de adaptação, para elaborar os recursos que permitirão enfrentar as diferentes situações com que irá deparar-se na sua vida. 

(...)

Os  dois anos são uma etapa muito típica em que surgem muitas birras; e aparecem não porque a criança esteja muito deprimida ao ver que os seus pais não se entendem, ou porque queiram abusar da nossa paciência, Aparecem porque estão cheios de pulsoes que não controlam e precisam imperiosamente que nós os ajudemos e lhes ofereçamos uma série de critérios que lhes permitam superar essas tensões. Quando se atiram para o chão, gritam esperneiam incessantemente, fazem -no para chamar a nossa atenção e ver até onde podem ir. Esperam que nós nos dêmos conta do que se passa com elas e as ajudemos a resolver a questão. A solução não é pegar-lhes e abraçá-las porque estão a sofrer por nossa causa; nem gritar-lhes e  dizer-lhes "agora basta!"(...)Nesses momentos de birra, o melhor é não darmos atenção, que ao fim de um momento surpreendamos com qualquer assunto, como se não ouvíssemos os seus gritos, que não cedamos se estão a pedir-nos alguma coisa, para que não aprenda a  obter as coisas por intermédio das birras e, sobretudo, que nos veja tranquilos e descontraídos; desta forma, as birras passarão e vós tereis cumprido uma das vossas missões de pais, ajudar os vossos filhos a resolver os conflitos, não há perpétua-los luz.

(...)


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Sexta-feira, 15 de Março de 2019

nem-as-mulheres-sao-tao-complicadas, nem os homens tão simples

A coisas lidas

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Quando alguma coisa preocupa mulher, ela precisa de falar disso e procurar ocasião para o  fazer. Este facto choca com o processo que ocorre nos homens; geralmente, eles preferem não falar, tentam levar a sua mente para outro sítio 

(...)

para cúmulo de desencontros, quando a mulher fala de alguma coisa que a preocupa não procura  que os outros lhe dêem soluções e lhe digam o que deve fazer o que tem que fazer; o que quer e precisa é que perguntem com interesse, que lhe peçam detalhes…; Desta forma, ela consegue que a sua mente estruture o problema realize o processo de que necessita. 

(...)

 os homens não se dão conta de que a empatia - pôr-se no lugar da outra pessoa -  significa pensar como ela, não como ele passaria de sentiria na sua situação.


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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2019

Nem as mulheres são tão complicadas nem os homens tão simples Maria Jesus Álava Reys

Coisas lidas

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(...)

Qualquer relação afetiva, mais tarde ou mais cedo surgirão dúvidas. Quando chegarem, vivê-las-emos como mais uma parte do processo, não com o início de um final anunciado. 

(...)

Quando estivermos demasiado angustiados o confusos perante estas dúvidas, será importante que nos concedamos um tempo de descanso. Se a situação o permitir, uns dias ou semanas sem ver o nosso parceiro podem ajudar-nos a saber o que sentimos. Aqui, é provável que outra pessoa não queira aceder a esta trégua, pois pode vivê-la como um distanciamento; será muito importante a forma como comunicamos essa decisão; fá-lo-emos com calma e com afeto, mas também com convicção, sem fazer marcha atrás . Da mesma forma que não podemos impôr-nos um sentimento, devemos conceder- nos a tranquilidade e a distância que nos ajudaram a ver, sentir e analisar tanto a situação que vivemos, como estado da nossa relação.

(...)

Se depois desse período continuarmos a ter dúvidas, não forçaremos a relação; explica-lo-emos ao nosso parceiro e tentaremos encontrar um acordo. Se o parceiro decidir que não quer esperar mais, estará no seu direito, mas afastaremos imediatamente da nossa mente Os pensamentos de derrota ou fracasso. Um parceiro que decide não dar a outra pessoa a tranquilidade de que necessita nesse momento certamente não era o parceiro ideal para continuar a relação amorosa.

. Quando o amor é autêntico, mas as pessoas com equilíbrio emocional e emocional sabem que não podem nem devem forçar as situações. 

(...)

Se no final, com a tranquilidade que dá a convicção, decidimos que o amor acabou, não renegaremos este; pelo contrário, tentaremos extrair os ensinamentos e as vivências que nos deu, e falo-lo-emos Não para as transladar para a relação seguinte, mas para avançar nessa aprendizagem particular que nos permitirá sentir-nos cada vez melhor connosco mesmos e com as vivências que teremos no futuro.

Quando o caminho terminou, melhor que podemos fazer é aperfeiçoarmo-nos na medida em que precisarmos precisarmos disso.Para este efeito, não nos censuraremos nem traremos à nossa mente acontecimentos dolorosos. Aperfeiçoarmo-nos e gostarmos de nós nesses momentos de solidão procurada ou forçada.

(...)

Ainda posso ter esperança? 

só vale a pena falar de esperança naqueles casos em que a relação afetiva nos encheu de felicidade, mas também de segurança e equilíbrio. Quando a incerteza e a insatisfação foram as constantes desse suposto amor, queremos que continue para quê? Para continuar a sofrer? Para esperar, contra todos os prognósticos,que a  relação mude e que outra pessoa se transforme no que  desejaríamos e não no que é…? 


publicado por AnnaTree às 10:23
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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2019

Maria Jesus Alava Reis “nem as mulheres são tão complicadas nem os homens tão simples”

Coisas lidas

 

 

 

 

Uma relação sem crise é como uma criança sem horizontes, condenada a não crescer. 

(...) 

Neste livro vamos procurar aprender as chaves que nos explicam porque razão algumas relações podem ser salvas e porque razão devemos pôr termo a outras relações onde o desamor esteve presente, pelo menos num dos componentes do casal.

(...)

As causas que as dúvidas podem desencadear são tão diversas como complexas são as pessoas. Um comentário, uma atitude, uma conduta que não tínhamos dado importância outras vezes , adquire de imediato um dramatismo que parece mover os alicerces mais profundos. Outras vezes, aparentemente não terá acontecido nada de especial, mas os nossos pensamentos, de forma quase imperceptível, começarão a questionar o que o parceiro fez ou deixou de fazer, o que nós desejávamos que fizesse , O que julgamos que deveria ter ocorrido, o que o outro pode estar a pensar, o que não nos diz mas espera que nós adivinhemos, o que nos oculta… No fim, encontramo-nos no meio de uma grande tormenta originada por nós próprios. Nestes casos, o casal sofre um forte desgaste. Por um lado, a pessoa que não controla os seus pensamentos e não é consciente de que está a provocar emoções erradas, pede, exige ou espera o que o outro não pode dar-lhe; e, de repente, o outro membro sente como uma enxurrada, que não sabe de onde veio, arrasta e faz naufragar a sua relação Afetiva.

(...)

Se o homem identificou amor com compulsão sexual, quando esta diminui com a passagem do tempo, ou porque ocorreram uma série de circunstâncias que condicionaram essa relação, pode pensar que já acabou amor e, por conseguinte, muda a sua conduta ou as suas manifestações. 

As mulheres têm mais dificuldade em assumir que o amor acabou, porque o sentem de maneira diferente. Salvo certos casos, e em determinadas idades, para a mulher a sexualidade será mais um componente do amor, mas não único, e muitas vezes nem sequer será o elemento crucial.

 A afetividade também é diferente e a mulher será especialmente sensível às manifestações de carinho, aos cuidados, aos mimos, atenções e pormenores por parte do seu parceiro. Para a mulher, o facto de sentir ausência destas manifestações significa que ela ainda as espera; as suas dúvidas e angústias surgem ao constatar que o seu parceiro não parece sentir essa necessidade, o que por vezes é pior, não parece ser consciente que ela está a sentir-se mal. 

Começam então as divergências insuperáveis e, sem querer, surgem as sementes do desencontro.

A mulher, longe de pensar que o homem sente o amor de outra forma e manifesta-o de maneira diferente, começa a pedir e a exigir essas manifestações afetivas que tanto anseia e que nela estão unidas ao facto de sentir amor. 

Frequentemente, o homem fica surpreendido e sente-se constrangido a ter determinadas manifestações afetivas que lhe são difíceis, pois muitas vezes não surgem de forma espontânea. Por outro lado, o facto de se sentir "quase obrigado", longe de estimulá-lo ou de aproximá-lo afetivamente, provoca-lhe repulsa e distanciamento. 

As dúvidas sobre se acabou o amor ou o carinho muitas vezes não ocorreriam se ambos , homens e mulheres conhecessem perfeitamente a forma de viver o amor de uns e outros; soubessem pormenorizadamente as distintas fases que atravessam, a sequência de manifestações afetivas que se vão Realizando, como podemos estimulá-las, o que faz que esse amor cresça todos os dias, o que o que o destrói, o que o potencia , e o que o arruina…


publicado por AnnaTree às 10:21
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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2018

No princípio estava o mar Gonçalo Cadilhe

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Coisas lidas

 

o Sal no corpo

A mãe e a mulher não gostam de sal no corpo. A Amante sim. Toca à mãe e, mais tarde, à mulher, lavar as fronhas dos travesseiros lençóis da cama manchados de água salgada que nos escorreu do nariz durante a noite. Toca a mãe olhar para a camisola que foi a nossa prenda de Natal e, anos mais tarde, toca a mulher pegar no pijama Armani que nos ofereceu no aniversário de casamento, toca a  elas descobrir que as cores desbotaram onde o sal atacou, que o dinheiro gasto foi dinheiro mal gasto. A mãe e, anos mais tarde a mulher, não gostam do Sal no nosso corpo porque lhes recorda o amor que temos pelo mar. O sal que encontram no nosso corpo é uma violência à privacidade delas, porque nem dentro da própria casa consegue esquecer o mundo que nós temos lá fora. O Sal no corpo é a equivalência física, tátil, sensorial da obsessão no espírito, da paixão infinita que nos percorre a existência.

 A amante, essa, acha engraçada A sugestão de espaços abertos e horizontes luminosos na pele áspera e salgada. Sente-se transportada a um universo de vento e sol, e ela não lhe  importa se ele sabe ou não sabe amar porque ele sabe a mar. Há qualquer coisa de inédito nesta pele que podia ser do Marinheiro irlandês, de um pescador da Secilia ,de um pirata sarraceno. As suas fantasias levantam vou com aquela pele. Quando a ponta da língua dela circula pelo gume da orelha dele, quando os lábios se Poisam na nuca , quando as pontas dos dedos dele entram pela boca dela, Então a saliva dela desce a garganta reforçada com o tempero vital e livre - a saliva que desce pela garganta traz sal. 

 

É assim desde que o mundo existe: a mãe e, anos mais tarde, a mulher recolhem as roupas por lavar, toleram uns atrasos à hora das refeições, suspiram com o mau feitio dele nos diz neura, suportam o suor no corpo; a amante recolhe o melhor, recolhe o sal à flor da pele. 

Eu gosto de adiar para o dia seguinte, gosto deixar o sal no corpo algumas horas, de um dia para o outro, o tempo que é preciso para corroer as impurezas enfiadas nos poros. O meu barbeiro diz que no verão as cabeças que lhe aparecem  pela frente têm muito menos caspa do que no resto do ano. Diz que é por causa dos banhos de mar: o sal limpa e tonifica o couro cabeludo . 

Quando deixo o sal no corpo, sinto-me antigo e mediterrânico, sinto que pertenço ao berço da civilização e não às pradarias do Novo mundo,  nem aos arrozais asiáticos nem ao socalco Andrino. Pertenço a uma cultura que fez do Sal o valor de troca, que pagou o trabalho com sal, Com um "salário", que abriu estradas nos Alpes para vender sal nas latitudes geladas do interior do continente. Pertenço a uma cultura que batiza os recém-chegados a este mundo com uma pitada de sal na boca, como augúrio de sabedoria, e que segue uma religião fundada por um homem que definia os seus discípulos como " O sal da terra". 

 

 

 

 

 


publicado por AnnaTree às 09:40
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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2018

Óscar Wild Fidelidade

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As pessoas realmente frívolas são as que só amam uma vez na vida. O que eles chamam lealdade ou fidelidade, chamo eu letargia do hábito ou falta de imaginação. A fidelidade representa na vida emocional o mesmo que a coerência na vida do intelecto, apenas uma confissão de impotência . A fidelidade! Tenho de a analisar um destes dias. Está intimamente associada à paixão da propriedade . Há muitas coisas que atiraríamos fora se não receássemos que outros as apanhassem Óscar  Wild 


publicado por AnnaTree às 10:56
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